A última tarefa que nos foi pedida na aula, além deste comentário, foi a criação de uma comunidade virtual, no espaço http://www.communityzero.com .
Vimos aqui falar das diferenças entre estes dois modos de interacção na Internet.
Quando criamos um blog, mesmo pretendendo que ele chegue "a todo o lado", estamos a assumir-nos como "donos" do seu espaço. Podemos abrir as discussões aos leitores, mas estes serão sempre isso mesmo, leitores, e nunca verdadeiros criadores de conteúdos. É de realçar também o poder de selecção e "censura" - no sentido em que podem aceitar ou rejeitar os comentários - do autor do blog.
Por outro lado, numa comunidade, como o próprio nome indica, há algo em comum entre todos os membros. Para começar, o facto de haver membros, em vez de leitores, estabelece desde logo um grau de partilha e interacção muito maior. Na comunidade, ao contrário do blog, é suposto haver troca de conhecimentos, ficheiros, opiniões, imagens... Há uma experiência comum e partilhada. Recorrerão a uma comunidade, em princípio, quem comungue dos mesmos interesses que os fundadores. Estes, embora se possam considerar "membros privilegiados" são também, à partida, os mais interessados na troca de ideias, levando-os a não censurar comentários, ainda que dicscordantes da sua opinião.
Centremo-nos agora na comunidade.
A sua criação não foi muito intuitiva, no que toca a facilidade de criação/personalização do espaço.
Começando em menus utilizáveis, mas pouco práticos, passando pela pouca capacidade de armazenagem de ficheiros e pela má organização do espaço final (que é predefinida pelo site), há vários aspectos que, com o devido tempo, seriam de melhoria imperativa.
O objectivo pricipal, a criação da comunidade e verificação do seu funcionamento, foi alcançado, não deixando, no entanto, de deixar, este modelo, bastante a desejar.
Uma reorganização das discussões e respectivos comentários, de forma mais lógica e enquadrante para os novos membros seria, talvez o aspecto mais importante de concretizar num plano de acção para o futuro.
Seguidamente, seria essencial disponibilizar mais espaço para partilha de ficheiros, por forma a tornar esta realizável - tendo em conta os actuias tamanhos de músicas, filmes, imagens, etc.
Outros as pectos se seguiriam, mas certamente menos relevantes que estes, podendo ser considerados secundários ou mesmo supérfluos. Podeiram ser enquadrados num embelezamento do espaço, mais do que na sua funcionalidade.
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