Após a leitura dos artigos indicados ( "PowerPoint is Evil" de Edward Tufte, e "PowerPoint Makes You Dumb" de Clive Thompson) concluímos que, se por um lado os autores têm razão, por outro exageram nas elações que tiram.
As apresentações com recurso a slides, provocam um resumo da informação apresentada - para esta poder figurar nos slides. Assim, cabe ao orador o imprescindível papel de estabelecer as ligações entre os tópicos expostos - cabendo-lhe também a importante expansão dos mesmos, já que são um resumo - fulcrais à compreensão do assunto apresentado, por parte da audiência.
O maior erro apontado por ambos os autores é o resumo excessivo da informação a apresentar. Em lugar de um resumo que se foque no essencial, deixando a restante informação para ser explanada pelo orador, temos resumos que se centram em "caber num slide". Há uma excessiva adequação da informação ao meio que a veicula, a um ponto estupidificante. Contudo, para nós, isto só chega a este ponto se a desatenção por parte do orador, aquando da construção dos slides para a apresentação, for tal que o ofusca no seu papel como transmissor de conhecimento.
No entanto, como em tudo, há sempre dois lados da mesma moeda, e aqui (especialmente no segundo artigo) é dado um grande ênfase, na nossa opinião, hiperbolizado, apenas ao lado negativo. Obviamente, o uso da tecnologia vai depender das mãos que a trabalham.
As apresentações com recurso a slides, provocam um resumo da informação apresentada - para esta poder figurar nos slides. Assim, cabe ao orador o imprescindível papel de estabelecer as ligações entre os tópicos expostos - cabendo-lhe também a importante expansão dos mesmos, já que são um resumo - fulcrais à compreensão do assunto apresentado, por parte da audiência.
O maior erro apontado por ambos os autores é o resumo excessivo da informação a apresentar. Em lugar de um resumo que se foque no essencial, deixando a restante informação para ser explanada pelo orador, temos resumos que se centram em "caber num slide". Há uma excessiva adequação da informação ao meio que a veicula, a um ponto estupidificante. Contudo, para nós, isto só chega a este ponto se a desatenção por parte do orador, aquando da construção dos slides para a apresentação, for tal que o ofusca no seu papel como transmissor de conhecimento.
No entanto, como em tudo, há sempre dois lados da mesma moeda, e aqui (especialmente no segundo artigo) é dado um grande ênfase, na nossa opinião, hiperbolizado, apenas ao lado negativo. Obviamente, o uso da tecnologia vai depender das mãos que a trabalham.